Rio Verde e Cristalina foram responsáveis por 28,3 por cento do sorgo colhido em Goiás em 2024, segundo edição do Agro em Dados publicada pela Secretaria de Agricultura de Goiás. O desempenho coloca o município do Sudoeste no centro de uma cadeia que avança além da alimentação animal.

O calendário goiano concentra o plantio em fevereiro e março, com colheita entre junho e agosto. Essa janela aproxima o sorgo da estratégia de segunda safra e exige planejamento de sementes, fertilidade, comercialização e armazenamento.

A demanda de indústrias de proteína animal e biocombustíveis amplia as alternativas de mercado. Para o produtor, porém, a decisão precisa considerar contratos, distância até a unidade compradora, produtividade esperada e comportamento de preços.

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A diversificação pode reduzir dependência de uma única cultura, mas não elimina risco. Zoneamento, assistência agronômica e adequação de híbridos às condições da propriedade continuam essenciais.

O Sudoeste em Campo acompanhará preços, área, produtividade e novos investimentos industriais para mostrar se a expansão da demanda se converte em margem para o produtor.

Reportagem em acompanhamentoEsta publicação poderá ser atualizada conforme a apuração avançar.